Celebrar o 25 de Abril


A Revolução do 25 de Abril, que pôs termo à ditadura em Portugal há 44 anos, foi celebrado em Lisboa, Porto e Vila Nova de Gaia com concertos gratuitos, fogo-de-artifício, desfiles populares, visitas guiadas, museus de portas abertas e até um passeio de tuk-tuk.

 

Conheça 10 programas grátis que celebraram esta data tão emblemática.

 

 

  1. Desfile popular na Avenida da Liberdade

O tradicional desfile popular tomou conta da Avenida da Liberdade, em Lisboa, para celebrar Abril, onde estiveram milhares de pessoas nas ruas. Os cravos vermelhos, símbolo da revolução, deram cor ao desfile que partiu, como sempre, do Marquês de Pombal em direção ao Rossio.

 

 

  1. Pianos dão «liberdade para tocar» na Praça do Comércio

Os pianos que têm circulado pelas ruas de Lisboa como sinal de «liberdade para tocar», uma iniciativa da EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural de Lisboa, estiveram, esta quarta-feira, concentrados na Praça do Comércio.

 

 

  1. Festa no Jardim do Campo Grande

A zona sul do Jardim do Campo Grande, requalificada há pouco tempo pela Câmara Municipal de Lisboa, inaugurou oficialmente este feriado, 25 de abril, com um evento que decorreu das 10h00 às 13h00. A «festa para toda a família» teve momentos musicais, atividades desportivas, jogos pedagógicos e workshops artísticos, sempre com a temática da liberdade em pano de fundo.

 

 

  1. Dois espetáculos no renovado Palácio Baldaya

A comemoração da Revolução dos Cravos em Benfica teve lugar no renovado Palácio Baldaya com dois espetáculos de entrada livre, a partir das 15h00. Primeiro subiram ao palco as “Novas Vozes de Abril”, um projeto que recupera «parte do espólio musical das cantigas de intervenção e os seus autores», e depois foi a vez de Teresa Salgueiro subir a palco, às 16h00. A lotação do espaço é de 1500 pessoas.

 

 

  1. Museu do Aljube Resistência e Liberdade

O Museu do Aljube Resistência e Liberdade, que comemora o terceiro aniversário neste dia, juntou-se ao programa municipal do 25 de Abril com várias iniciativas, entre elas uma «dramatização feita a partir de entrevistas a mulheres que foram presas pela PIDE». No feriado, o museu (que foi antiga prisão do regime) esteve aberto à comunidade para recolha de testemunhos e objetos, das 10h00 às 18h00.

 

 

  1. Passeio de tuk-tuk pelos locais da revolução

O desfile popular que teve lugar na Avenida da Liberdade não foi feito somente a pé este ano. Quem conseguiu apanhar boleia num dos 50 tuk-tuks da Associação Nacional de Condutores de Animação Turística e Animadores Turísticos, às 16h00, pode seguir pelo desfile de outra forma e passar, durante cerca de 40 minutos, por alguns dos locais importantes da Revolução. O ponto de encontro foi no Marquês de Pombal e as viagens eram gratuitas.

 

 

  1. Concerto e fogo-de-artifício na Avenida dos Aliados

A data do 25 de Abril foi assinalada no Porto logo a partir de terça-feira com um concerto de Bezegol (que junta os géneros reagge e dance hall) a começar às 22h00 na Avenida dos Aliados. Na ocasião participou também o Coral de Letras da Universidade do Porto. À meia-noite em ponto a entrada no dia da liberdade aconteceu ao ritmo de um espetáculo de fogo-de-artifício.

 

 

  1. Homenagem no Museu Militar do Porto e desfile

Na manhã do dia 25 de abril a cidade lembrou a Revolução logo às 10h00, na Praça D. João I, com uma sessão de jogos tradicionais. Às 14h00, teve lugar no Museu Militar do Porto (onde chegaram a funcionar as instalações da PIDE, na Rua do Heroísmo) uma homenagem aos resistentes antifascistas. Daí partiu uma marcha intitulada Desfile da Liberdade, rumo à Avenida dos Aliados, às 14h30.

 

 

  1. Concertos na Avenida dos Aliados

O espaço em frente à Câmara Municipal do Porto recebeu a continuação dos eventos com um concerto dos Caruma, às 15h00, e de Pedro Mestre e Cante Alentejano, às 16h00.

 

 

  1. Concertos gratuito em Vila Nova de Gaia

O grupo Canto da Liberdade esteve presente no Cultura Curto Espaço (Vila Nova de Gaia) no feriado de 25 de abril com um tributo a Zeca Afonso e outros intérpretes. O espetáculo, de aproximadamente 01h30, levou o público a recordar Abril e a viajar pelo legado da música de intervenção. Aconteceu às 18h00 com entrada livre.

 

 

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